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A fábula das Eleições.

Recebi essa hitórinha por email mas pior que é boa.

Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades
matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.
O urso se vira para ele e diz: – Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
– De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa…
Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele.

MORAL DA HISTÓRIA:

CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS
POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!

No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
– Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado…!
Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo.
Já contei pra todo mundo!!!

MORAL DA MORAL:

VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE
EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!

‘O problema do Brasil é que, quem elege os governantes
não é o pessoal que lê jornal, mas quem limpa a bunda com ele!’
(ELEIÇÕES – 2010)

Publicidade e consumo

O consumo está tão intimamente relacionado com nossa sociedade ocidental que de fato chegamos a um ponto em que, para algumas pessoas, mais vale o que se tem do que o que se é. Essa já é um critica clichê a atual organização da sociedade, mas nem por isso deixa de ser verdadeira, destaco aqui que a autora Lívia Barbosa (1949) afirma que não há obrigação para como o consumo, nem a punição no caso do não-consumo, mas será que realmente não há punição alguma? Eu diria que não há uma punição oficial, regulamentada por lei, mas há sim uma punição informal muito forte em que aquele que não consome determinado item – neste caso não necessariamente material, mas muitas vezes cultural com um filme – não consegue fazer parte de um grupo. Ou em situações mais extremas e mais claramente identificáveis, aqueles que não tem a possibilidade de consumir, o que quer que seja, de roupas a alimentos, são excluídos e ficam a margem da sociedade. Não que este problema da exclusão seja uma invenção da sociedade capitalista ocidental, arisco dizer que apesar de todos os problemas nunca se prestou tanta atenção nas pessoas com menos condições, seja através de ong’s, do governo, ou mesmo de empresas privadas que através da assistência a determinados grupos, legitima uma imagem que será vendida ao consumidor. Tal fenômeno é cada vez mais comum com os itens ecológicos, que toda empresa, por mais distante aparentemente do conceito de ecologia, que passar para o seu consumidor.

Este é um trecho de um dos trabalhos que fiz este semestre, todos estão disponíveis na página de trabalhos ou aqui em baixo.

Estudos do Consumo

Mídia Impressa

Produção Gráfica

Stencil #Fora Sarney

Primeiro Stencil que eu faço, vetorizei a cara do bandido, coloquei o texto e pra completar  o passarinho do twitter. Usei uma chapa de raio x como molde e a parede da FABICO como local de ‘impressão’.

O molde:

Vetor

O resultado:

Imagem025

Se algém quiser imprimir e fazer por ai fique a vontade.

A palhaçada do porco

Publico aqui um texto e um video que refletem totalmente minha opinião sobre a doença do momento.

“No mundo, todos os anos morrem dois milhões de pessoas vítimas da malária,
que poderia ser prevenida com um simples mosquiteiro. E a mídia não diz
NADA.

No mundo, todos os anos dois milhões de meninos e meninas morrem de diarréia
que poderia ser tratada com um soro oral de 25 centavos. E a mídia não diz
NADA.

Sarampo, pneumonia, doenças curáveis com vacinas baratas, causam a morte de
dez milhões de pessoas no mundo todos os anos. E essas notícias não são
divulgadas.

Mas há alguns anos atrás, quando a gripe aviária surgiu, inundaram o mundo
de notícias, sinais de alarme…
Uma epidemia, a mais perigosa de todas! Uma pandemia! Só ouvia da terrível
doença das galinhas.

Porém, o influenza H5N1 causou a morte de 250 pessoas em todo o mundo. 250
mortos durante 10 anos, para o qual dá uma média de 25 vítimas/ano.

A gripe comum mata meio milhão de pessoas todos os anos no mundo. Meio
milhão contra 25.

Um momento. Então, por quê se armou tanto escândalo com a gripe aviária?

Simples. Porque atrás dessas galinhas havia um “galo”, um galo de espora
grande.

O Laboratório farmacêutico Roche com o seu já famoso Tamiflú, vendendo
milhões de doses aos países asiáticos.
Embora o Tamiflú é de efetividade duvidosa, o governo britânico comprou 14
milhões de doses para prevenir a população deles.

Com a gripe aviária, Roche e Relenza, as duas grandes companhias
farmacêuticas que vendem esses antivirais, obtiveram  milhões de dólares de
ganância.

Antes com as galinhas e agora com os porcos. Sim, agora a psicose começou
com a gripe suína. E os jornalistas do mundo só falam disto.

Eu desejo saber: se atrás das galinhas havia um “galo”, atrás desses porcos
não haverá um “grande porco”?
Porque indubitavelmente são as multinacionais poderosas que vendem os
remédios supostamente milagrosos.

E novamente a “bola da vez” é o “milagroso” Tamiflú? Quanto custa? US$50 a
caixa!
50 dólares uma caixa de pastilhas? Que negocião!

A companhia norte americana Gilead patenteou o Tamiflú. O maior acionista
desta companhia é um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, o secretário de
defesa de George Bush, “descobridor” das armas químicas que ocasionou a
guerra contra o Iraque.

Os acionistas dos grupos Roche e Relenza estão se dando as mãos, felizes com
as vendas milionárias do duvidoso Tamiflú.

A verdadeira pandemia é o lucro, a enorme ganância destes mercenários da
saúde.

Se a gripe suína é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de
comunicação, se para a Organização Mundial da Saúde (OMS) ela preocupa
tanto, por quê não declara isto como um problema de saúde pública mundial e
autoriza a fabricação de medicamentos genéricos para a combater?”

Já fazem alguns finais de semana que eu venho pensado como é bom encontrar os amigos, a família, passar um tempo junto com as pessoas que gostamos, compartilhar momentos, se divertir, jogar bola, fazer uma janta…

E tenho chegado a conclusão que independente das escolhas que fazemos ao longo de nossas vidas, o que realmente queremos é simplesmente ser feliz, mais nada. Independente de dinheiro, poder ou qualquer coisa que em geral motiva as pessoas a matar, o que buscamos são elementos que nos permitam a felicidade.

Porém considero que o dinheiro é indispensável para a felicidade, ele pode até não comprá-la, mas sem grana não se tem felicidade. Não se tem felicidade porque sem dinheiro não há conforto e para mim é praticamente impossível separar o conforto da felicidade, pode até ser uma visão restrita, mas acho muito difícil alguém ser realmente feliz sem estar numa situação confortável, seja materialmente com um lugar legal para morar, roupas boas e tal, como emocionalmente com pessoas que se gosta por perto.

No fim das contas vejo que todos estudamos, trabalhamos, para ganhar dinheiro que nos permita ter aquilo que gostamos e para manter a melhor situação possível, inicialmente pode até ser o de gostar de determinada área, mas no final das contas o que importa é a sobrevivência, ou vai dizer que alguém trabalharia se pudesse viver da forma que mais gosta de graça?!

Mesmo vendo o dinheiro como fundamental não acredito que precisamos necessariamente de muito, por isso acho importante sim se fazer o que gosta, porque afinal de contas, a menos que se ganhe na Mega-sena ninguém tem a vida que quer de graça e quem sabe um pouco menos de grana, mas uma atividade legal não pode ser muito mais recompensador do que se matar fazendo uma coisa chata só para juntar muito dinheiro.

Respondendo as perguntas que o professor de Comunicação e atuação profissional pediu.

1. Como você vê o seu futuro na habilitação escolhida? Está otimista, ou temeroso?

Eu vejo um futuro de grandes possibilidades, onde apesar de velhas práticas estarem cada vez mais frágeis e do publico acreditar cada dia menos na propaganda, ainda existe muito o que pode ser explorado, em ações que envolvam o consumidor e façam dele um retransmissor das idéias desejadas uma vez que Se conto aos meus amigos sobre a sua marca não é porque gosto dela, mas porque gosto dos meus amigos.. Ações essas que ao meu ver se estabelecem longe da dita ‘mídia convencional’ e se localiza em intervenções urbanas – sejam elas um outdoor bacana ou algo mais diferente como fazer com que arvores parecessem cenouras – e é claro na internet e toda essa coisa de redes sócias, que sinceramente acredito que beneficiará apenas as marcas que souberem se organizar muito bem neste sentido, com estratégias que pareçam realmente verdadeiras e não só para dizer que estão se utilizando de ferramentas online. Neste sentido acredito também que a internet evoluirá cada vez mais na direção de uma identidade virtual ligada a uma conta que se relacionara com varias outras (uma Google accont um pouco mais evoluída quem sabe). Falando diretamente da minha carreira estou otimista também, pois acredito que quem vai atrás das oportunidades nunca se da mal.

2. Qual a sua percepção sobre as outras duas habilitações?

Todas as habilitações são nada mais nada menos do que desdobramentos do curso de comunicação social, assim sendo acredito que todas deveriam de a mesma regulamentação, ou melhor, desregulamentação, pois acho essa história de sindicato uma grande besteira, e a exigência de diploma uma atitude medrosa que visa apenas a reserva de mercado. Mercado este que mesmo sem a exigência de diploma para nenhuma das habilitações iria regular a entrada dos profissionais pelo nível, e o diploma continuaria a ter sua validade, mas mais como um algo a mais do bom profissional, porque a verdade é que existem pessoas que se formam se a mínima noção da realidade de trabalho e outras sem experiência acadêmica mas que são ótimos profissionais, mérito de quem conseguiu aprender o que precisava para o exercício da profissão sem necessariamente ter freqüentado uma faculdade.

1. Como você vê o seu futuro na habilitação escolhida? Está otimista, ou temeroso?

Eu vejo um futuro de grandes possibilidades, onde apesar de velhas práticas estarem cada vez mais frágeis e do publico acreditar cada dia menos na propaganda, ainda existe muito o que pode ser explorado, em ações que envolvam o consumidor e façam dele um retransmissor das idéias desejadas uma vez que “Se conto aos meus amigos sobre a sua marca não é porque gosto dela, mas porque gosto dos meus amigos.”. Ações essas que ao meu ver se estabelecem longe da dita ‘mídia convencional’ e se localiza em intervenções urbanas – sejam elas um outdoor bacana ou algo mais diferente como fazer com que arvores parecessem cenouras – e é claro na internet e toda essa coisa de redes sócias, que sinceramente acredito que beneficiará apenas as marcas que souberem se organizar muito bem neste sentido, com estratégias que pareçam realmente verdadeiras e não só para dizer que estão se utilizando de ferramentas online. Neste sentido acredito também que a internet evoluirá cada vez mais na direção de uma identidade virtual ligada a uma conta que se relacionara com varias outras (uma Google accont um pouco mais evoluída quem sabe). Falando diretamente da minha carreira estou otimista também, pois acredito que quem vai atrás das oportunidades nunca se da mal.

2. Qual a sua percepção sobre as outras duas habilitações?

Todas as habilitações são nada mais nada menos do que desdobramentos do curso de comunicação social, assim sendo acredito que todas deveriam de a mesma regulamentação, ou melhor, desregulamentação, pois acho essa história de sindicato uma grande besteira, e a exigência de diploma uma atitude medrosa que visa apenas a reserva de mercado. Mercado este que mesmo sem a exigência de diploma para nenhuma das habilitações iria regular a entrada dos profissionais pelo nível, e o diploma continuaria a ter sua validade, mas mais como um algo a mais do bom profissional, porque a verdade é que existem pessoas que se formam se a mínima noção da realidade de trabalho e outras sem experiência acadêmica mas que são ótimos profissionais, mérito de quem conseguiu aprender o que precisava para o exercício da profissão sem necessariamente ter freqüentado uma faculdade.

watch_header.jpg

Esse fim de semana participei junto com o Clube de Criação da Fabico -UFRGS da competição que dá titulo a este post…

O briefing era o seguinte:

E o video que fizemos foi este:

Completamente em stopmotion levou cerca de 8 horas para tirarmos todas as 311 fotografias que compuseram o video. Conforme o que foi pedido a musica também foi gravada por nós.

Colabore, assiat, coloque estrelas, favorite, mande para mais gente…

E o mais importante votem no video: entrem no canal de CannesLions no youtube  e procure por ‘caixola’ selecione o unico video que aaprecer e aperte a mãozinha verde!

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