Alegria!

Como já falei o mundo é bom, sim o mundo é bom pra caralho, e não depende de grandes coisas para se tornar bom, exemplo disse é a alegria que os pequenos momentos nos proporcionam, sempre pensei nisso mas neste fim de semana tive a melhor demonstração que pode haver. Na apresentação de dia das mães da escola (em que minha turma foi convidada a participar por ser o ultimo ano) por menor que fosse a apresentação das crianças sempre encantava as mães, com sorrisos enormes, não só as mãe como também os pais que no final conversavam alegremente. E aparentemente despreocupados com qualquer coisa que não fosse o churrasco que eles iriam comer quando chegassem em casa.

Muita gente quer ficar rico, milionário, bilionário ou seja lá como se chama quem tem mais grana do que isso, não que eu também não queira dinheiro, mas o mais importante do ter dinheiro é que ele lhe propicie um nível confortável de vida. Afinal de contas acredito que a vontade das pessoas é acima de tudo ter momentos alegres como estes, não necessariamente ficar rico mas ter condições de ter uma roupa boa um carro decente, e grana para pagar uma boa escola para seus filhos onde vão poder ver suas apresentações de dia dos pais e dia das mães.

_____

Ritimo de postagens lento em função de estar sem internet e a escola querer me assasinar.

#100 - O Mundo é Bom!

Vamos começar pensando bem afundo, somos a soma de uma quantidade inimaginável de átomos que não tem vida que forma outra quantidade absurda, agora de células que possuem vida e que compõe nosso corpo em um arranjo excepcionalmente exato. Aonde enxergamos, ouvimos, sentimos, cheiramos, e recebemos os devidos estímulos para todas estas situações. Conseguimos nos equilibrar sobre nossas duas pernas.

Dominamos totalmente a comunicação, seja ela escrita, falada ou simplesmente visual, e conseguimos ainda nos comunicar com outras línguas e entender idiomas já extintos.

Conseguimos construir nossas casa e não dependemos de abrigos naturais, melhor que isto conseguimos organizar-las de forma a ser possível o envio de itens para casas de outros países. E entre essas casas é possível transitarem veículos automotores que conseguem se deslocar em um fluxo continuo com regras semelhantes ao de escoamento dos rios.

Mas inimaginavelmente somos possíveis de ser rastreáveis na maior parte do mundo desde que tenhamos um aparelho celular que nos possibilita comunicarmo-nos com qualquer pessoa que possua outro (ou seja metade da população mundial) além de nos informar as horas, e acessar a internet. Hum a internet que meio de comunicação absurdo que nos permite gerar conteúdo, e ver as coisas em uma tela luminescente que parece uma televisão. Televisão esta que nos permite ver imagens ao vivo de diversas parte do mundo.

Pense bem tudo isto pareceria possível de existir se você não conhecesse?

__________

Queria escrever este post a muito tempo pois considero esta uma visão muito positiva do mundo, mas por falta de tempo e outros temas acabei atrasando-o mas agora aproveito e juntamente com ele comemoro aqui meu post de número 100, atingido só agora segunda fase deste blog, que começou em janeiro de 2007 e ‘ressuscitou’ em janeiro deste ano. Espero poder continua-lo por mais algumas centenas de post.

redAÇÃO ZH 2008

Ainda não começei a minha mas pretendo faze-lô ainda essa semana, no maximo na proxima. O fato é que o concurso redAÇÃO ZeroHora/Unificado 2008, esta com um tema bem batido, e que todo mundo esta cansado de ouvir mas que aind anão foi solucionado, e uma vez sendo alvo de umna campanha de concientização promovida pelo grupo RBS, é totalmente compreensivel que a violência no transito seja o tema da redação.

Violência no trânsito

“No Brasil, com exceção de doenças associadas à má nutrição, o acidente de trânsito constitui o pior problema de saúde pública, sendo a primeira causa de morte entre os jovens do sexo masculino.

(…) Primeira atividade efetiva realizada pela Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, a Madrugada Viva é formada por grupos de aproximadamente 60 jovens que percorrem os points nas madrugadas de sexta e sábado. Nesses locais, eles têm uma conversa franca com os freqüentadores, conscientizando a respeito do uso do cinto, do perigo de beber e dirigir e conversam sobre assuntos relacionados à segurança no trânsito. Após o diálogo, é entregue um folder informativo, com estatísticas, dados e dicas úteis aos jovens motoristas.”

Fonte: site Vida Urgente

“O público masculino é o alvo principal da campanha institucional sobre violência no trânsito do Grupo RBS. A idéia é provocar os jovens motoristas com mensagens que repudiam quem desrespeita as leis do trânsito, anda em alta velocidade ou dirige grudado na traseira de outros carros. A primeira fase da campanha compara colisões de animais selvagens com as batidas de automóveis, e a segunda traz mulheres bonitas e atraentes como protagonistas dos comerciais, que ridicularizam atitudes como beber e andar em alta velocidade”.

Fonte: site clicrbs

“Em 12 de janeiro, observando o movimento da freeway pelas câmeras da Concepa, vi que, num período de cinco minutos, três carros erraram a saída da freeway para a Estrada do Mar. Eles pararam na pista, deram ré e acessaram a saída. O primeiro quase causou um acidente com dois caminhões”. Depoimento de um engenheiro de Porto Alegre

“O desrespeito com quem está aprendendo a dirigir beira a crueldade. Não há, por parte dos motoristas experientes, qualquer traço de tolerância. O que lhes custa perder um segundo de seu tempo para conceder a um jovem condutor a oportunidade de aprender.” Depoimento de uma estudante de Novo Hamburgo

In: Zero Hora, 16/01/2008, página 2

Diza Gonzaga, ao ser perguntada sobre a importância de campanhas de conscientização no trânsito, respondeu que somente por meio da educação é possível mudar a “cultura do herói” disseminada na sociedade: “Perguntam-me por que fazem carros que podem andar a 200 km/h. Mas qual é a velocidade da vida? O carro vai a 200 km/h, a vida não.” Segundo Diza, mais de 90% dos acidentes de trânsito ocorrem por falha humana, o que ela resume como comportamento - imprudência, bebida, velocidade, por exemplo. D epoimento dado no curso Unificado Med, 11/04/2008

Instruções

A partir das informações sobre as campanhas de conscientização para a segurança no trânsito e dos depoimentos acima, reflita como você age em relação a esse assunto e responda à seguinte questão:

Por que o número de acidentes de trânsito envolvendo jovens continua alto?

Redija um texto de caráter dissertativo, isto é, apresente uma reflexão acerca do tema proposto, defina um ponto de vista e sustente-o mediante argumentos consistentes.

Crie um título para seu texto e escreva-o na linha destinada a este fim.

Sua redação deverá ter a extensão mínima de 30 linhas, excluído o título, e máxima de 50, considerando-se letra de tamanho regular.

Entregue sua redação à caneta, com letra legível, na folha adequada.

Os vencedores ganharão bolsas no Universitário e terão suas redações publicadas. Não faço idéia a quantidade de reações que eles deverão receber, mas com certeza a quantidade será enorme e ser um dos vencedores será realmnete apenas para os muito bons.

Como participar
Retire a folha padronizada para a redação nas sedes do Unificado ou imprima nos sites www.unificado.com.br
Escreva o seu texto e entregue em uma das sedes do Unificado em Porto Alegre, nas avenidas Alberto Bins, 467, Assis Brasil, 4.320, loja 78, e Nilo Peçanha, 2.400, ou em Canoas, na Avenida Guilherme Schell, 6.750
Candidatos do Interior e de outros Estados poderão enviar a redação pelo correio para o caderno Vestibular Zero Hora, na Avenida Ipiranga, 1.075, CEP 90.169-900 - Porto Alegre.
Inscrição: até 26 de maio
Seleção
Ocorrerá em duas etapas. Na primeira, serão selecionados 300 textos. Na segunda fase, os autores serão convocados para redigir outra dissertação, sobre um tema inédito. Esta etapa ocorrerá sábado, 28 de junho, das 14h às 17h, no Unificado da Alberto Bins, 467, em Porto Alegre.
A premiação
Os cinco melhores textos serão publicados na edição do caderno Vestibular de Zero Hora do dia 9 de julho e seus autores receberão uma bolsa integral do curso pré-vestibular Unificado para o intensivo de agosto

Boa sorte!

Fontes: Unificado e ZeroHora

COTAS parte 6 de…

Já estão começando a exagerar mesmo, depois das cotas nas universidades resolver criar (mas graças a Deus ainda não aprovaram) as cotas de series na TV paga, sim segundo o projeto de lei deveria haver um percentual de series brasileira em cada canal de series estrangeiras da TV por assinatura. Sério estão passando dos limites, o cara que paga a TV a cabo ou por satélite ou por o que for nunca decidiu o que passaria nos canais que compra, mas sempre comprou os pacotes oferecidos devido ao seu conteúdo, que não incluía A diarista nem o Show do Tom. Eu particularmente não tenho TV por assinatura e não sinto falta, a internet pode me proporcionar tudo que eu encontraria nela. Quer saber, se a lei for aprovada ela vai contribuir para a decadência da TV paga, sim porque quem paga por esse tipo de serviço pode muito bem pagar por uma boa conexão de banda larga e insatisfeito com os serviços optar por uma programação ‘A la carte’ através do bom e velho download.

A verdadeira origem do Logo das Olimpíadas

Alguém duvída ?

COTAS parte 5 de…

Já estamos quase iniciando o mês de maio e tem gente que esta passando na UFRGS agora. Como? Simplesmente porque o poder judiciário vem tendo o bom senso de conceder liminares favoráveis a alunos não-cotistas que obtiveram colocação superior no vestibular em relação aos cotistas e mesmo assim ficaram de fora da universidade uma vez que o governo acha que pode resolver os problemas educacionais dando esmolas, sim porque cotas são esmolas, e abusando daquele velho clichê de dizer que é melhor ensinar a pescar do que dar o peixe… bom o governo deveria abrir uma boa de uma peixaria gratuita.

Por enquanto foram 38 candidatos que conseguiram ‘derrubar’ as cotas, mas isto ainda não é definitivo, uma vez que a universidade tem direito de recorrer da decisão e provavelmente o fará.

A notícia é muito boa só não é ótima porque nem todos os que ingressaram com recursos conseguiram garantir suas matrículas, e as decisões favoráveis aos não cotistas se limitam àqueles que tem renda familiar inferior a alunos cotistas aprovados, ou que foram bolsistas em escolas particulares, e portanto não teriam condições de pagar uma universidade particular, isso não é mérito nenhum, o mérito destes 38 candidatos é terem superado intelectualmente outros e devido a um sistema distorcido não terem sido aprovados.

Yes In English Sir!

Bah, tem um tipinho de manifestação que é ridículo, querer ser nacionalista em coisas que não são necessárias. Uma coisa é amar ao seu país, querer que ele prospere e tudo mais, mas a existência de outras línguas é uma realidade inegável e sua mistura com a nossa também, e não é por causa disto que vamos perder nossa identidade!

Qual é o Problema se eu usar uma camiseta com uma frase em inglês? Vou ser menos Brasileiro por causa disto? Obvio que não! Só tenho que ter o bom senso de saber o que estar escrito e não sai com uma coisa do tipo ‘Fuck me’. Mas a presença de outros idiomas a nossa vida é uma realidade que não vai ser mudada e não vai necessariamente ser nociva a nossa vida, ou brasilidade, pelo contrario, novas expressões podem ser incorporadas de diversos idiomas e novos sinônimos serão criados, afinal de contas o ser humano tem a capacidade de aprendizado que o torna capaz de se comunicar em mais do que uma única língua.

Viva a diversidade!

1ª Estampa

Ontem enviei a minha primeira estampa para o Camiseteria, bom na verdade é a primeira estampa decente, pois um tempo atrás eu tinha mandado umamuito ruim com outro login e tudo. Essa estampa na verdade é um trabalho de interpretação de crônica, no caso da crônica do ultimo post, em que eu optei por fazer uma camiseta, a forma de apresentação era livre, então aproveitei para fazer a estampa, que é meio sem nexo fora do contexto do trabalho, mas mesmo assim mandei pro camiseteria só para sentir as reações.

Se quiserem colaborar e votar na estampa, cliquem aqui.

Um mundo lindo

Morreu o último caracol da Polinésia. Havia um caracol da Polinésia, um caracol de árvore, e nenhum outro.
Era o último. E morreu. Morreu de quê? Ninguém sabe me dizer. O jornal não acha importante revelar a causa-mortis de um caracol da Polinésia. Noticia apenas que com ele extinguiu-se a sua espécie. Ninguém nunca mais verá em lugar algum, nem mesmo na Polinésia, um polinesiano caracol.
Pois eu ouso dizer que sei o que foi que o matou. Ele morreu de ser o último. Morreu de sua extrema solidão. Sua vida não era acelerada, nada capaz de causar-lhe stress, mas era dinâmica; ao longo de um ano, graças a esforços e determinação e impulso fornecido pela própria natureza, o molusco lograva deslocar-se cerca de 70 centímetros. Mais, teria sido uma temeridade. Assim mesmo, de que adiantavam esses 70 centímetros suados, batalhados dia a dia, sem ninguém para medi-Ios, sem nenhum parente amigo companheiro que lhe dissesse, você hoje bateu sua marca? Sem ninguém para esperá-Io na chegada?
O último caracol da Polinésia olhava ao redor e não via ninguém. Ali estava, freqüentemente, seu tratador, o caracol vivia no Zoológico de Londres mas o tratador não era ninguém, o tratador era qualquer coisa menos importante que o tronco sobre o qual o caracol se deslocava, o tratador era de outra espécie. E via, sim, de vez em quando via os pesquisadores que o examinavam, olho agigantado pela lente. Mas os pesquisadores não tinham uma concha rosada cobrindo-lhe as costas. Os pesquisadores também não eram ninguém.
Então o caracol da Polinésia olhava o mundo, e o mundo estava vazio. E como pode alguém viver, como pode alguém querer viver num mundo esvaziado de seus semelhantes?
Seguramente ele era muito bem tratado no Zoológico, comida não havia de lhe faltar - o que come, comia, um caracol da Polinésia? - e de dia e de noite estava livre de predadores. Seus antepassados, talvez ele mesmo na infância, tinham tido que lutar pela sobrevivência. E a vida era dura.
Mas lutavam em companhia. Quando um deles era esmagado - quantos caracóis são esmagados mesmo na Polinésia! outros lamentavam sua sorte. Quando um deles se atrasava em sua marcha - é tão fácil a um caracol se atrasar - outros esperavam por ele. Havia sempre velhos caracóis experientes aos quais pedir conselhos, novos caracóis ignaros aos quais ensinar os segredos da vida. Havia sempre companheiros. E o mundo, povoado de companheiros, era lindo.
Mas os outros, os outros todos foram acabando aos poucos, vítimas do único predador disposto a transformar suas conchas em objetos turísticos. E o último caracol da Polinésia, cansado de ser o último, cansado de ser tão só, deixou-se pisar pela Morte que passava apressada, certo talvez de poder renascer em algum mundo lindo, em que milhares de ovos de caracol preparam-se para eclodir.

Marina Colasanti.

Quebra de padrões hipócritas

Alta, peituda, com bundão, linda, bariga sarada; Bombado, alto, barriga de tanquinho, gatão…

Tudo bem acho que as pessoas tem que se cuidar, tentar manter uma boa aprencia, se vestir bem e tudo mais, acho também que existe um limite aceitável, porque ao menos um mínimo de beleza, boa aparência e vaidade são nescessários. Mas o que realmente não dá pra entender é que pessoas fora dos padrões de beleza querem cobra-los, é uma completa incoerência que acontece cada vez mais em nossos dias. As pessoas cada vez mais querem atingir os padrões, mas mesmo fora deles elas insitem em cobra-los dos outros, como se tivessem alguma moral para tanto.

Beleza é nescessária, saúde também, mas sejamos humanos.

Próxima Página »