Respondendo as perguntas que o professor de Comunicação e atuação profissional pediu.
1. Como você vê o seu futuro na habilitação escolhida? Está otimista, ou temeroso?
Eu vejo um futuro de grandes possibilidades, onde apesar de velhas práticas estarem cada vez mais frágeis e do publico acreditar cada dia menos na propaganda, ainda existe muito o que pode ser explorado, em ações que envolvam o consumidor e façam dele um retransmissor das idéias desejadas uma vez que “Se conto aos meus amigos sobre a sua marca não é porque gosto dela, mas porque gosto dos meus amigos.”. Ações essas que ao meu ver se estabelecem longe da dita ‘mídia convencional’ e se localiza em intervenções urbanas – sejam elas um outdoor bacana ou algo mais diferente como fazer com que arvores parecessem cenouras – e é claro na internet e toda essa coisa de redes sócias, que sinceramente acredito que beneficiará apenas as marcas que souberem se organizar muito bem neste sentido, com estratégias que pareçam realmente verdadeiras e não só para dizer que estão se utilizando de ferramentas online. Neste sentido acredito também que a internet evoluirá cada vez mais na direção de uma identidade virtual ligada a uma conta que se relacionara com varias outras (uma Google accont um pouco mais evoluída quem sabe). Falando diretamente da minha carreira estou otimista também, pois acredito que quem vai atrás das oportunidades nunca se da mal.
2. Qual a sua percepção sobre as outras duas habilitações?
Todas as habilitações são nada mais nada menos do que desdobramentos do curso de comunicação social, assim sendo acredito que todas deveriam de a mesma regulamentação, ou melhor, desregulamentação, pois acho essa história de sindicato uma grande besteira, e a exigência de diploma uma atitude medrosa que visa apenas a reserva de mercado. Mercado este que mesmo sem a exigência de diploma para nenhuma das habilitações iria regular a entrada dos profissionais pelo nível, e o diploma continuaria a ter sua validade, mas mais como um algo a mais do bom profissional, porque a verdade é que existem pessoas que se formam se a mínima noção da realidade de trabalho e outras sem experiência acadêmica mas que são ótimos profissionais, mérito de quem conseguiu aprender o que precisava para o exercício da profissão sem necessariamente ter freqüentado uma faculdade.
1. Como você vê o seu futuro na habilitação escolhida? Está otimista, ou temeroso?
Eu vejo um futuro de grandes possibilidades, onde apesar de velhas práticas estarem cada vez mais frágeis e do publico acreditar cada dia menos na propaganda, ainda existe muito o que pode ser explorado, em ações que envolvam o consumidor e façam dele um retransmissor das idéias desejadas uma vez que “Se conto aos meus amigos sobre a sua marca não é porque gosto dela, mas porque gosto dos meus amigos.”. Ações essas que ao meu ver se estabelecem longe da dita ‘mídia convencional’ e se localiza em intervenções urbanas – sejam elas um outdoor bacana ou algo mais diferente como fazer com que arvores parecessem cenouras – e é claro na internet e toda essa coisa de redes sócias, que sinceramente acredito que beneficiará apenas as marcas que souberem se organizar muito bem neste sentido, com estratégias que pareçam realmente verdadeiras e não só para dizer que estão se utilizando de ferramentas online. Neste sentido acredito também que a internet evoluirá cada vez mais na direção de uma identidade virtual ligada a uma conta que se relacionara com varias outras (uma Google accont um pouco mais evoluída quem sabe). Falando diretamente da minha carreira estou otimista também, pois acredito que quem vai atrás das oportunidades nunca se da mal.
2. Qual a sua percepção sobre as outras duas habilitações?
Todas as habilitações são nada mais nada menos do que desdobramentos do curso de comunicação social, assim sendo acredito que todas deveriam de a mesma regulamentação, ou melhor, desregulamentação, pois acho essa história de sindicato uma grande besteira, e a exigência de diploma uma atitude medrosa que visa apenas a reserva de mercado. Mercado este que mesmo sem a exigência de diploma para nenhuma das habilitações iria regular a entrada dos profissionais pelo nível, e o diploma continuaria a ter sua validade, mas mais como um algo a mais do bom profissional, porque a verdade é que existem pessoas que se formam se a mínima noção da realidade de trabalho e outras sem experiência acadêmica mas que são ótimos profissionais, mérito de quem conseguiu aprender o que precisava para o exercício da profissão sem necessariamente ter freqüentado uma faculdade.










